De algum modo, sentia que estava ficando meio maluco. Mas sempre me sentia assim. De qualquer forma, a insanidade é relativa. Quem estabelece a norma?
Charles Bukowski (via momentosdefuga)

(Source: ressuscitar-das-cinzas)

11:26 am  •  4 June 2012  •  1,052 notes
Não fique triste quando ninguém notar o que fez de bom.
Afinal…
O sol faz um enorme espetaculo ao nascer,e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo.
― Charles Chaplin (via you-god-me)
10:48 am  •  4 June 2012  •  1,145 notes
Dividindo os objetos em compartimentos, as folhas em pastas e os livros em prateleiras. Dividindo os dias em períodos, as saudades em cidades, os amores em palavras. Dividindo as fotos em álbuns, as músicas em gêneros e as jóias em caixas. Dividindo as leituras em urgências, as horas em compromissos e as roupas em estação. Dividindo ainda não significa “suavizando”. Vai tudo com a mesma intensidade, partícula por partícula, esgotadas de mim - e eu delas.
― Camila Costa. (via camilacosta)
10:28 am  •  4 June 2012  •  155 notes
Acho engraçado quando algumas mulheres perguntam sobre um cara “ele tem carro?”. Elas preocupadas com o carro, e eu aqui torcendo pra ele ter no mínimo um coração.
― Tati Bernardi. (via refugiodospassaros)

(Source: incertacerteza)

10:02 am  •  4 June 2012  •  3,141 notes
Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…
E então, naquela noite, en quanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: -Nem fo…den…do!
― Luís Fernando Veríssimo (via orbita-dos-planetas)

(Source: trecho-de-livros)

12:07 pm  •  3 June 2012  •  257 notes
Só que aí eu acabei mudando. E foi mudança aos poucos, porque até hoje me dou conta de coisas minhas que já não estão mais lá e, quem roubou, eu jamais vou saber. O sorriso mudou e a vontade de sorrir pra qualquer pessoa também, graças a Deus. Foi por sorrir tanto de graça que eu paguei tão caro por todas as coisas que me aconteceram. Às vezes me pego olhando ao meu redor e vendo tanta menina parecida comigo. Tanto sentimento gritando de bocas caladas e escorrendo de peles secas. Tanta coisa acontece com a gente. Tanta gente passa pela gente, mas tão pouca gente realmente fica. E eu sei que, talvez, eu tivesse que ficar triste. Talvez eu tivesse que continuar secando lágrimas, abraçando o vento e rindo no vácuo, mas o fato é que eu não consigo. Eu não consigo mais ser triste só para mostrar que um dia eu fui - ou achei que tivesse sido - feliz. Aprendi com os meus próprios erros que sofrer não torna mais poético, chorar não deixa mais aliviado e implorar não traz ninguém de volta. Aprendi também que por mais que você queira muito alguém, ninguém vale tanto a pena a ponto de você deixar de se querer.
― Tati Bernardi  (via antigas-cartas)

(Source: poetizador)

5:42 pm  •  2 June 2012  •  201 notes
c